Quando um casamento não vai bem…

egoismoUma empresa é como um casamento, se não há cumplicidade e compartilhamento de valores, não se pode esperar grandes resultados… Todos gostam do PLR (participação nos lucros e resultados), mas rejeitam qualquer possibilidade de participação nos resultados quando estes não os favorece…

Um dos pré-requisitos para a sustentabilidade é o equilíbrio. É a lei universal, presente em tudo, na física, nas leis de newton, na ação e reação, causa e efeito, etc… Portanto qualquer esforço que provoque distorção irá gerar forças ou efeitos no sentido oposto, tendendo a restaurar o equilíbrio…

No campo financeiro, o equilíbrio também é fundamental, não se pode gerar despesas maiores que as receitas. Ao gerar despesas maiores que as receitas, ou se caminha para o caos absoluto, inviabilizando a retomada do equilíbrio ou geram-se esforços adicionais para restaurar o equilíbrio.

A natureza tem nos mostrado esta lei de forma implacável, as tragédias divulgadas na TV nada mais são do que a natureza buscando resgatar as agressões provocadas pelo homem.

O filme “The day after” mostra este efeito levado as últimas consequências, retrata o problema e o possível resultado da negligência quanto à busca do equilíbrio e da sustentabilidade.

Podemos notar que temos estas mesmas questões dentro de casa, as contas domésticas devem ser compatíveis com o orçamento, e não adianta estrebuchar pois não tem como gerar recursos do nada… No limitado entendimento de uma criança é compreensível que não se aceite uma negativa, quando ela quer que o pai compre um brinquedo irá estrebuchar até ser atendida ou até ser repreendida. Na vida real, adulta, o não é uma resposta válida.

Nas empresas, nas equipes de trabalho, essa é uma situação corriqueira… Dividir lucro todo mudo quer, dividir obrigações e compromissos já não é tão fácil assim. Aqui também prevalece a essência egoísta do ser humano, as prioridades pessoais em primeiro lugar, primeiro o meu depois o seu (da empresa, do sócio, etc)… o que é teu (empresa) é nosso e o que é meu é meu! Dividir e colaborar é coisa complicada demais… A questão central não é quem deve pra quem e sim quem pode e quem não pode…para benefício do conjunto… Não trata-se daquilo que as empresas podem fazer por seus colaboradores mas sim o que os colaboradores podem fazer por suas empresas.

Como disse antes o equilíbrio é o segredo de tudo. Portanto para que mudanças ocorram é preciso manter o equilíbrio, planejar as ações com cautela e permitir o fluxo natural das coisas. Qualquer providencia diferente agrava e não resolve.

Sem tranquilidade para planejar e reconstruir não se chega a lugar algum. Um vai construindo e o outro vai atrás desmanchando… O barquinho afundando, furado, um tirando água com o baldinho e os outros olhando… como se não estivessem no mesmo barco!… vamos mais rápido, tira mais água, tá muito devagar!!!!

É a gata sem leite e os gatinhos miando na orelha… Pense nisso !

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